O novo líder pós-pandemia

Atualmente, muitos líderes foram colocados a prova com o trabalho sendo realizado remotamente pela sua equipe. Profissionais e lideranças não estavam preparados nem tecnicamente e emocionalmente para lidar com essa situação.

Preparo técnico no domínio de ferramentas e aplicativos da internet para conseguir operacionalizar o trabalho das áreas e preparo emocional pra lidar com um ambiente de pandemia.

Enquanto se espera que todos – profissionais e líderes – mantenham-se equilibrados emocionalmente, as demandas de resultados e o senso de urgência continuam acontecendo e sendo priorizados.

Espera-se que o líder tenha maturidade na sua gestão para priorizar, elencar diretrizes, organizar as atividade e tomar as decisões necessárias para manter o trabalho a distância – home office com a mesma eficácia que o presencial.

Este novo normal, certamente está exigindo que as lideranças acolham o home office definitivamente como mais um meio de se entregar resultados, garantindo pra isso que a saúde emocional da equipe seja cuidada através da realização de reuniões on-line mantidas semanalmente e diariamente conforme o caso.

Portanto, aumentar a inteligência emocional das lideranças e dos profissionais passa a ser uma prioridade para que ambos todos consigam ter equilíbrio interno para sustentar com assertividade esta nova situação.

Quanto maior o equilíbrio emocional, mais condições o líder terá para demonstrar confiança em seus colaboradores e alimentar os vínculos emocionais desses relacionamentos.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é apenas o RH que deve se preocupar com esta nova situação de novo normal. As lideranças de forma geral precisam estar atentas em melhor se qualificar para cuidar do ativo mais precioso das organizações que são as pessoas.

Novo líder pós-pandemia: desenvolver líderes

Antes de qualquer coisa, a organização como um todo precisa estar engajada no desenvolvimento dos seus líderes e classificar isto como parte estratégica do seu negócio. É de suma importância um gestor suficientemente maduro, que supere os desafios. Ele precisa estar apto a enfrentar situações inesperadas e que disponha de alto nível de competência técnica e emocional.

Sem dúvidas o processo de desenvolvimento de pessoas é comprovadamente um dos melhores investimentos das organizações contemporâneas. Algumas das vantagens desses programas de aperfeiçoamento são: ambiente e clima organizacional ameno, melhor comunicação, confiança ao encarar novos desafios, automotivação e motivação de equipe, ajuda mútua entre áreas, retenção de talentos, influência na redução de turnover e o alcance de resultados impactantes que geram lucros financeiros.

Existem muitas consultorias competentes que prestam esse tipo trabalho. Com certeza desempenham um papel preponderante no sentido de apoiar sua empreitada no mundo corporativo movido a estratégia.

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